O conto “Saga” relata a história de Hans, um rapaz de 14 anos que sonhava em navegar para Sul num navio, capitaneando-o.
Hans vivia no interior da ilha de Vig, no mar do Norte, onde vivia com a sua família: o seu pai Sören, um homem frio e disciplinado, a sua mãe Maria e a sua irmã Cristina.
Certo dia, Sören chamou Hans para lhe comunicar que o iria mandar estudar para Copenhaga, tentando impedir o seu filho de seguir o seu sonho: ser marinheiro. Sören não concordava com o sonho de Hans, pois os seus irmãos, Gustav e Niels, haviam falecido num naufrágio.
Como viu que o seu pai não o apoiava, Hans decidiu fugir num cargueiro inglês, Angus. Assim, alistou-se como grumete, mas, após a sua primeira paragem, abandonou o navio, pois foi chicoteado pelo seu capitão.
Hans, sozinho numa cidade desconhecida mas fascinante, caminhou ao acaso durante quatro dias, até que conheceu Hoyle. Este armador e negociante inglês acolheu-o, tratando-o como um filho e fazendo dele, aos 21 anos, capitão de um dos seus navios.
Após várias viagens, que Hans contava por carta à sua mãe, Hoyle adoeceu, tornando-o seu sócio e confiando-lhe todos os seus negócios.
Hans, agora um dos notáveis do burgo, casou-se e teve sete filhos, tendo o primeiro morrido.
Alguns anos mais tarde, Hans apercebeu-se de que a sua fuga tinha sido em vão.
Quando mais velho, adoeceu para morrer, mas, antes de falecer, pediu que construíssem um navio naufragado em cima da sua sepultura. Este estranho pedido foi concretizado, tornando-se num dos monumentos mais famosos da cidade.
Reza a lenda que, em dias de temporal, Hans navega nele para Norte, rumando a Vig.
Catarina Neves n.º6 e Isabel Coelho n.º9
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Prison Break
O tema que vou abordar é uma série que conheci recentemente e que simplesmente adorei, pois, desde o primeiro episódio até ao último, foi sempre muita emoção, acção e a cada episódio havia sempre algo por descobrir, algo para dizer, algo para fazer, … Os acontecimentos encadeavam-se, havendo sempre «alguma ponta solta» …
A série chama-se Prison Break – Fuga da Prisão – e tem como personagem principal Michael Scofield, um «cérebro» criativo e avançado que, para tirar o irmão(inocente) da prisão, que é condenado à pena de morte numa cadeira eléctrica, simula o seu próprio assalto. Com isto, pretende ser levado para a prisão onde vai tentar (ou melhor, conseguir) salvar o seu irmão da morte certa.
Nessa altura, já tem tudo planeado: o corpo tatuado, a que fazem corresponder as plantas da Prisão Fox River e que só ele entende, e todos os passos decorados e testados. Michael terá de confiar no destino e na sorte, pois dispõe apenas de três semanas para fazer o salvamento, e sem margens para erros.
Com os dias a passar, situações inesperadas vão surgir e a fuga, que no início abarcava apenas os dois irmãos, no final vai conter muitas mais pessoas (culpados e inocentes).
Durante a sua «cruzada», Michael encontra o amor, amigos, mas também inimigos, que lhe farão a vida negra… Muito sangue derramado, muitas improvisações, muitas soluções inesperadas, situações sem explicação, mas tudo apenas com dois objectivos: Fuga e Sobrevivência…
As minhas personagens favoritas foram: Michael Scofield, Sara, Fernando Sucre, Gretchen, L. J., Lincoln Burrows (o irmão), Bellick, Veronica e Sofia.
A série contém cerca de 80 episódios e é espectacular… Não há palavras, na minha opinião, para a descrever e espero ver mais séries destas, mas esta não esquecerei com certeza…
Ana Isabel Coelho de Sousa N.º2
A série chama-se Prison Break – Fuga da Prisão – e tem como personagem principal Michael Scofield, um «cérebro» criativo e avançado que, para tirar o irmão(inocente) da prisão, que é condenado à pena de morte numa cadeira eléctrica, simula o seu próprio assalto. Com isto, pretende ser levado para a prisão onde vai tentar (ou melhor, conseguir) salvar o seu irmão da morte certa.
Nessa altura, já tem tudo planeado: o corpo tatuado, a que fazem corresponder as plantas da Prisão Fox River e que só ele entende, e todos os passos decorados e testados. Michael terá de confiar no destino e na sorte, pois dispõe apenas de três semanas para fazer o salvamento, e sem margens para erros.
Com os dias a passar, situações inesperadas vão surgir e a fuga, que no início abarcava apenas os dois irmãos, no final vai conter muitas mais pessoas (culpados e inocentes).
Durante a sua «cruzada», Michael encontra o amor, amigos, mas também inimigos, que lhe farão a vida negra… Muito sangue derramado, muitas improvisações, muitas soluções inesperadas, situações sem explicação, mas tudo apenas com dois objectivos: Fuga e Sobrevivência…
As minhas personagens favoritas foram: Michael Scofield, Sara, Fernando Sucre, Gretchen, L. J., Lincoln Burrows (o irmão), Bellick, Veronica e Sofia.
A série contém cerca de 80 episódios e é espectacular… Não há palavras, na minha opinião, para a descrever e espero ver mais séries destas, mas esta não esquecerei com certeza…
Ana Isabel Coelho de Sousa N.º2
domingo, 6 de dezembro de 2009
“Ler ajuda a crescer”
O menino que queria crescer
Era uma vez um menino. Chamava-se Pedro e vivia muito triste, pois era mais pequeno do que os meninos da sua idade. Desejava fazer coisas, mas sua estatura baixa não permitia.
Um dia, a sua professora leu uma história muito bonita que dizia que os meninos que lessem todos os dias cresciam muito e ficavam mais fortes.
O Pedro decidiu experimentar.
Começou, então, a ler bastante. Lia histórias fantásticas e, todos os dias, queria ler sempre mais!
Entretanto, na escola, tornou-se o melhor aluno. Não dava erros ortográficos e a professora dizia que as suas redacções eram as melhores! Quanto mais lia, melhores eram as suas notas!
Mas, Pedro continuava um pouco triste, pois olha-se ao espelho e continuava com a mesma altura. Foi ter com a sua mãe e desabafou, revelando que a sua professora havia dito que todos os meninos que lessem bastante cresciam muito e tornavam-se mais fortes. No entanto, isso não sucedera com ele.
A mãe sorriu e disse:
- A tua professora tem razão, filho. Tu, na realidade, cresceste e ficaste mais forte. Graças as leituras que tens vindo a fazer, hoje és o melhor aluno da turma. O teu crescimento foi a nível interior. Já não és o mesmo Pedro. Actualmente, és mais forte e mais seguro, características que adquiriste com a ajuda dos livros!
Pedro compreendeu, finalmente, as palavras da professora e continuou a ler para continuar a crescer!
Maria de Fátima Soares Pinheiro
Era uma vez um menino. Chamava-se Pedro e vivia muito triste, pois era mais pequeno do que os meninos da sua idade. Desejava fazer coisas, mas sua estatura baixa não permitia.
Um dia, a sua professora leu uma história muito bonita que dizia que os meninos que lessem todos os dias cresciam muito e ficavam mais fortes.
O Pedro decidiu experimentar.
Começou, então, a ler bastante. Lia histórias fantásticas e, todos os dias, queria ler sempre mais!
Entretanto, na escola, tornou-se o melhor aluno. Não dava erros ortográficos e a professora dizia que as suas redacções eram as melhores! Quanto mais lia, melhores eram as suas notas!
Mas, Pedro continuava um pouco triste, pois olha-se ao espelho e continuava com a mesma altura. Foi ter com a sua mãe e desabafou, revelando que a sua professora havia dito que todos os meninos que lessem bastante cresciam muito e tornavam-se mais fortes. No entanto, isso não sucedera com ele.
A mãe sorriu e disse:
- A tua professora tem razão, filho. Tu, na realidade, cresceste e ficaste mais forte. Graças as leituras que tens vindo a fazer, hoje és o melhor aluno da turma. O teu crescimento foi a nível interior. Já não és o mesmo Pedro. Actualmente, és mais forte e mais seguro, características que adquiriste com a ajuda dos livros!
Pedro compreendeu, finalmente, as palavras da professora e continuou a ler para continuar a crescer!
Maria de Fátima Soares Pinheiro
terça-feira, 24 de novembro de 2009
“Quem sou eu…?”
Quem sou eu? ... Um ser humano? Qual a minha origem? ... Sei que vim do ventre da minha mãe, mas para além disso há muito mais! Qual o meu destino? ... Uma incógnita infinita! Qual é o sentido desta vida, que por vezes recorrida ao fracasso, somos obrigados a ter coragem e a avançar?
Por vezes, interrogo-me sobre estas pequenas perguntas e grandes interrogações!
Todos os dias, vivo as minhas experiências, percebendo momento a momento que a vida é como (será como? … não! É mesmo…) um prazo de validade! Tudo tem um início (o nascimento), um curto ou longo período de duração (a vida que passa ao longo dos anos) e um fim (a morte)!
Será que me conheço? (eu pelo menos, pensava que sim, mas com estas interrogações todas, já penso que nem descobri metade!)
Mas agora… Sinto! Sou pessoa, um ser chamado ao Mundo para viver, sofrer, e além de tudo… CRESCER!
Possuo qualidades, tais como: sou única, já vejo o Mundo, mais ou menos de uma forma crítica, sou responsável, tenho um corpo a transformar-se, sou capaz de aceitar a opinião dos outros (por mais que sejam diferentes das minhas), sou sincera, valorativa, tenho sentido de iniciativa e… interiorizo-me!
Mas também tenho defeitos (ninguém é perfeito): sou teimosa (não tenho culpa, é de mim), por vezes levo avante demais o sonho e/ou a imaginação, interpretando assim mesmo a realidade, sou impulsiva e… também sou agitadora! (Mas talvez sejam estes pequenos pormenores que nos fazem (talvez) com “outros olhos”, sendo isso que nos faz crescer!)
Sou livre, tenho sonhos, pesadelos, mágoas, alegrias, oportunidades (as quais, de vez em quando, deixo escapar, pois quando nós pedimos, por exemplo, a Deus para sermos umas pessoas melhores, ou até mesmo para nunca mais termos medo, ELE, não nos faz umas pessoas melhores e/ou umas pessoas sem medo! Deus dá-nos uma oportunidade para o sermos!) Como vemos, tudo depende de nós!
E, é isto que eu sou. Um ser com um nome vulgar e uma vida vulgar! Ou melhor… Sou uma frase por interpretar, uma conta por calcular, uma porta por abrir…
Concluindo, sou um “X” ou um"π” impossível, mas que vai sendo descoberto misteriosamente, dia após dia!
Ana Isabel Sousa
Por vezes, interrogo-me sobre estas pequenas perguntas e grandes interrogações!
Todos os dias, vivo as minhas experiências, percebendo momento a momento que a vida é como (será como? … não! É mesmo…) um prazo de validade! Tudo tem um início (o nascimento), um curto ou longo período de duração (a vida que passa ao longo dos anos) e um fim (a morte)!
Será que me conheço? (eu pelo menos, pensava que sim, mas com estas interrogações todas, já penso que nem descobri metade!)
Mas agora… Sinto! Sou pessoa, um ser chamado ao Mundo para viver, sofrer, e além de tudo… CRESCER!
Possuo qualidades, tais como: sou única, já vejo o Mundo, mais ou menos de uma forma crítica, sou responsável, tenho um corpo a transformar-se, sou capaz de aceitar a opinião dos outros (por mais que sejam diferentes das minhas), sou sincera, valorativa, tenho sentido de iniciativa e… interiorizo-me!
Mas também tenho defeitos (ninguém é perfeito): sou teimosa (não tenho culpa, é de mim), por vezes levo avante demais o sonho e/ou a imaginação, interpretando assim mesmo a realidade, sou impulsiva e… também sou agitadora! (Mas talvez sejam estes pequenos pormenores que nos fazem (talvez) com “outros olhos”, sendo isso que nos faz crescer!)
Sou livre, tenho sonhos, pesadelos, mágoas, alegrias, oportunidades (as quais, de vez em quando, deixo escapar, pois quando nós pedimos, por exemplo, a Deus para sermos umas pessoas melhores, ou até mesmo para nunca mais termos medo, ELE, não nos faz umas pessoas melhores e/ou umas pessoas sem medo! Deus dá-nos uma oportunidade para o sermos!) Como vemos, tudo depende de nós!
E, é isto que eu sou. Um ser com um nome vulgar e uma vida vulgar! Ou melhor… Sou uma frase por interpretar, uma conta por calcular, uma porta por abrir…
Concluindo, sou um “X” ou um"π” impossível, mas que vai sendo descoberto misteriosamente, dia após dia!
Ana Isabel Sousa
terça-feira, 23 de junho de 2009
Se eu fosse o Primeiro-Ministro…
Se eu fosse o Primeiro-Ministro, deixava-me de tretas e punha já em acção, um plano que fortificasse o nosso país!
Não faria promessas que depois não pudesse cumprir; diria apenas a verdade nua e crua, quer doesse, ou não…
Apoiaria a saúde, principalmente porque existem muitas pessoas que precisam de ser urgentemente operadas e não o conseguem por causa das malfadadas listas de espera. Também manteria abertas todas as maternidades, pois existem bebés a nascer, neste preciso momento, numa ambulância, sendo as mães apenas socorridas por bombeiros que, apesar da sua pouca formação, lá conseguem fazê-las dar à luz. Aumentaria, também, os postos do INEM, para que os paramédicos conseguissem chegar mais depressa às pessoas em causa.
Quanto à educação, diria não a este modelo de avaliação de professores e, em vez de andar para aí a melhorar com equipamentos electrónicos novos as escolas que vão fechar; a dar computadores a toda a gente e a fazer as provas mais fáceis para que os alunos tirem “melhores resultados”, apostaria naquilo que realmente interessa: o ensino de QUALIDADE! Portugal é um dos países onde há maior taxa de abandono e de insucesso escolar da Europa e onde os alunos acabam a escola a saber menos do que os alunos, de outros países, com a mesma formação.
Quanto ao resto, não me posso pronunciar pois não percebo lá muito dessas matérias. Mas, acho que, tal como as que referi anteriormente, estão muito mal…
Acho que o título que escolhi não se apropria exactamente àquilo que eu escrevi… Talvez devesse mudá-lo para “Missão Impossível - Um Portugal de SONHO”… Era tão bom que Portugal fosse como TODOS o idealizámos…
Estou a pensar candidatar-me às próximas eleições… Já ouviram as minhas propostas, … Quem vota em mim???
Se eu fosse o Primeiro-Ministro, deixava-me de tretas e punha já em acção, um plano que fortificasse o nosso país!
Não faria promessas que depois não pudesse cumprir; diria apenas a verdade nua e crua, quer doesse, ou não…
Apoiaria a saúde, principalmente porque existem muitas pessoas que precisam de ser urgentemente operadas e não o conseguem por causa das malfadadas listas de espera. Também manteria abertas todas as maternidades, pois existem bebés a nascer, neste preciso momento, numa ambulância, sendo as mães apenas socorridas por bombeiros que, apesar da sua pouca formação, lá conseguem fazê-las dar à luz. Aumentaria, também, os postos do INEM, para que os paramédicos conseguissem chegar mais depressa às pessoas em causa.
Quanto à educação, diria não a este modelo de avaliação de professores e, em vez de andar para aí a melhorar com equipamentos electrónicos novos as escolas que vão fechar; a dar computadores a toda a gente e a fazer as provas mais fáceis para que os alunos tirem “melhores resultados”, apostaria naquilo que realmente interessa: o ensino de QUALIDADE! Portugal é um dos países onde há maior taxa de abandono e de insucesso escolar da Europa e onde os alunos acabam a escola a saber menos do que os alunos, de outros países, com a mesma formação.
Quanto ao resto, não me posso pronunciar pois não percebo lá muito dessas matérias. Mas, acho que, tal como as que referi anteriormente, estão muito mal…
Acho que o título que escolhi não se apropria exactamente àquilo que eu escrevi… Talvez devesse mudá-lo para “Missão Impossível - Um Portugal de SONHO”… Era tão bom que Portugal fosse como TODOS o idealizámos…
Estou a pensar candidatar-me às próximas eleições… Já ouviram as minhas propostas, … Quem vota em mim???
Catarina Neves, nº6
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Porque gosto de ler?
Olá! O meu nome é Catarina Neves, tenho 13 anos e ando na turma do 7ºA. Estou a escrever este texto para vos dizer o quanto gosto de ler.
Gosto de ler porque é uma maneira de reflectir sobre a minha vida com as experiências dos outros; e deixar a minha imaginação voar até sítios onde nunca fui, nem nunca irei.
Ler ajuda-me a alargar o meu vocabulário e a aprender coisas fascinantes e maravilhosas.
Bem, … O meu livro favorito é “A Ilha na Rua dos Pássaros”, de Uri Orlev. Adoro este livro pois a história de Alex, a personagem principal, é muito comovente; e porque adoro livros que falem sobre a II Guerra Mundial.
E assim me despeço com um conselho… Leiam muito!
Gosto de ler porque é uma maneira de reflectir sobre a minha vida com as experiências dos outros; e deixar a minha imaginação voar até sítios onde nunca fui, nem nunca irei.
Ler ajuda-me a alargar o meu vocabulário e a aprender coisas fascinantes e maravilhosas.
Bem, … O meu livro favorito é “A Ilha na Rua dos Pássaros”, de Uri Orlev. Adoro este livro pois a história de Alex, a personagem principal, é muito comovente; e porque adoro livros que falem sobre a II Guerra Mundial.
E assim me despeço com um conselho… Leiam muito!
segunda-feira, 15 de junho de 2009
“As três irmãs”
Estão as três no laranjal,
São as três irmãs
Nenhuma é igual!
A mais velha, a mais vaidosa!
A do meio, linda e
Formosa!
A mais nova, uma verdadeira rosa!
A primeira, alta,
Loira, de olhos castanhos.
Gosta do que é bom,
Não ajuda nem os seus,
Nem os estranhos!
A segunda,
Olhos azuis, branca
Cabelos claros,
Dá muito valor
Aos luxos mais caros!
A última, a mais nova
Não menos bela
Do que as outras,
Pequena, olhos e cabelos negros!
Olhar sincero e preocupado.
As irmãs mais velhas,
Pensam em vestidos de cetim! Sonham com a riqueza,
E acham que a vida
Tem de ser vivida assim!
A última, a mais novinha
Pensa no amor, na felicidade,
Na amizade, e esta é a maior na verdade,
No carinho e até na liberdade!
Não liga à riqueza,
Preocupa-se com a pobreza,
Quer ser feliz, não se importando
Com o que cada irmã diz!!
Ana Isabel Coelho de Sousa, nº2
7ºA
Subscrever:
Mensagens (Atom)